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Mostrando postagens com marcador #Doris Day. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

#Vídeos: #Top 6: coisas que mais irritam fãs de cinema clássico




 - Aluguei um filme da Barbara Stanwyck pra gente ver. 
- Ai que legal! Alugou 'Nosso amor de ontem'? Esse é muito bom!
- Cara, eu não tô falando da Barbra STREISAND

A Doris Day é a cara da Xuxa.

Prefere Bette Davis ou Joan Crawford?

Mas a malvada não é a Bette Davis?

TEM VÍDEO NOVO NO AR! 

Para começar bem a semana, resolvemos fazer uma compilação das coisas que mais enfurecem fãs de cinema clássico. 

E você, o que mais te irrita como fã de cinema clássico?

(esse vídeo poderia ter 847847 partes, só acho)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Dilema de uma consciência (1951)


Vocês conhecem aquela música do grupo Só pra Contrariar, Mineirinho (não vou ler um post em que citam esse grupo farofeiro)? Nela tem um verso que poderia resumir muito bem minha relação, e acredito que a dos meus colegas de Cine Espresso também, com Doris Day: “O meu tempero faz quem provar se amarrar”. Doris Day pode representar o conservadorismo em pessoa, mas a verdade é que ninguém tinha esse tempero tão especial quanto ela. A moça era talentosa e infelizmente não foi valorizada como deveria. Toda vez que estou com um filme dela nas mãos, fico pensando no nível de farofa/polentice que virá. E aí você se pergunta: será que essa mulher nunca fez um filme que não seja polenta? A resposta é: SIM! E é desse filme que falaremos hoje: Dilema de uma consciência.

Na verdade, eu diria que Dilema de uma consciência usou a tal “polentice” de Doris (aka seu charme interioriano de Cincinnati, Ohio) de forma a construir um personagem convincente, vitimizado e que nos irrita e cativa ao mesmo tempo. Além disso, a polentice de Doris é confrontada com outra atriz, que ficou relegada aos filmes com Fred Astaire: Ginger Rogers. O filme é uma ótima oportunidade para vermos as duas atrizes saindo da zona de conforto e mostrando toda a extensão de seu talento.

quinta-feira, 6 de março de 2014

As comédias de Rock Hudson & Doris Day


Em 1959 Rock estava no auge da popularidade, depois de estrelar romances do Douglas Sirk ou o inesquecível Assim Caminha a Humanidade. Ele sempre foi um admirador de Doris, mas quando leu o roteiro de Confidências à Meia-noite suspeitou que "uma comédia seria muito mais difícil de representar do que um drama". Doris Day e seu marido Marty Melcher tiveram que convencê-lo. Os três filmes que realizaram juntos fizeram sucesso, caçoavam das convenções sociais e eram muito sugestivos! Doris e Rock eram opostos, ele era bronzeado e gigantesco e ela loira e vulnerável, as revistas de cinema publicavam exaustivamente sobre a química e a descarga elétrica que existia entre os dois na tela grande. Consegue sentir as faíscas?

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O que terá acontecido a Doris Day?




Por Chris White para o jornal Daily Mail
Traduzido por Jessica Bandeira

O sorriso de orelha a orelha é o mesmo, assim como os grandes olhos azuis que um dia encantaram a América.

Essas fotografias íntimas dão uma visão fascinante  de Doris Day, estrela de cinema reclusa, e de sua vida após Hollywood, revelada pelo homem que cuidou dela por quase 40 anos. Pela primeira vez, Sydney Wood nos deu acesso a seu precioso álbum de fotografias, do tempo em que trabalhou para Doris – e revelou seus receios pela mulher um dia conhecida como a queridinha da América. Sydney, 71 anos, foi o assistente pessoal da estrela, guarda costa e confidente mais próximo e, quebrando seu silêncio, disse ao MailOnline: “Doris não é o que costumava ser e atualmente vive confinada em sua casa na maior parte dos seus dias”.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Confidências à meia-noite (1959)



Uma vez alguém disse em um filme do qual não lembro o nome: “ah, mas ninguém mais quer ver essas comédias Doris Day-Rock Hudson”. De fato, o tipo de filme que esses dois fizeram tornou-se um pouco ridículo a medida que os anos 60 iam chegando e a revolução sexual ia tomando forma. A inocente Doris já não representava mais a americana com a qual as mulheres se identificavam. Mas isso não desmerece os filmes da dupla, pelo contrário, eles são o retrato da época em que foram feitos. Talvez por isso me fascinem tanto. E revoltem também. É preciso ter paciência com esses filmes e, apesar dos absurdos, valorizar as coisas boas que eles tinham. Espera, esse post está completamente do avesso. Do começo então.