Minha relação com a França beira o amor e o ódio.
Quando entrei na Letras, eu achava que conhecia muito da França. É, croissant,
Torre Eiffel, Piaf, essas coisas que fazem a gente achar que conhecemos o hexágono.
Mas não. Eu não conhecia a França e talvez não chegue a conhecer 1% do necessário.
É como se cada pedacinho desse país fosse uma gavetinha, você abre e, voilà, um milhão de coisas inesperadas. Hoje
eu quero abrir a gavetinha chamada “gastronomia francesa”.
