Image Map

domingo, 18 de agosto de 2013

Agoraphobia (2009)


"Eu tive tudo no meu reino, tudo que uma pessoa precisa para ser feliz: boa comida, sexo, 24 horas de entretenimento, 250 canais de todo o mundo, era intocável. Então como tudo deu errado? Até hoje, quando tento entender minha história estranha, não chego a uma conclusão. Mas eu sei de uma coisa, de alguma forma o mundo perfeito que eu criei, começou a desmoronar."

Essa raridade (me refiro assim, pois custou muito até que estivesse disponível para download) do cinema israelense tem a direção dos irmãos Yoav e Doron Paz. O filme retrata a agorafobia (s.f. aversão à espaços abertos) e foi protagonizado pelo ator Ofer Shechter, que optou permanecer três semanas confinado ao estúdio antes do filme ser rodado, para auxiliar na adaptação do personagem.

sábado, 17 de agosto de 2013

Momento Louella Parsons: Lana Turner, atração fatal



Histórias da vida pessoal de meus ídolos e dos ícones do cinema clássico sempre me fascinaram, e, sinceramente, não sei explicar o porquê. Basta apenas uma leitura de um livro ou de umas poucas linhas em uma revista ou na Internet, e lá estou espalhando as escandalosas histórias, intrigas, fofocas, bafões, os quem-pegou-quem da era da Old Hollywood. E jamais esqueço dessas descobertas feitas. Esse é meu lado Louella Parsons, uma das duas famosas e rivais colunistas da época (a outra era Hedda Hopper), que não perdoava nada, nem ninguém. Material não faltava mesmo para as fofoqueiras, pois, como diria James Montgomery, "Hollywood é pura Californication!"

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

104 anos de Alfred Hitchcock

Tãn tãn tãn tãn tããããããn. Você não sabe que música é essa até eu colocar a melodia em sua cabeça: música dos créditos iniciais de Psicose de Alfred Hitchcock. Lembrou? Aquela abertura assustadora, aquelas barras brancas cegando a tela preta. E os malditos violinos. Tãn tãn tãn tãããããn. Não tem ninguém que não conheça essa música, mesmo não tendo assistido ao filme. E o que dizer da música que toca durante o assassinato de Marion Crane (Janet Leigh)? Lembro do susto que levei ao estar sozinha no quarto, quase dormindo, quando o celular de um amigo começou a tocar. O toque era a tal música do assassinato de Marion. Meu Deus! Podia jurar que Norman Bates iria entrar com uma faca no quarto naquele momento. Levantei da cama e sai gritando pela casa. Até me dar conta de que era o celular, meu amigo já estava bem apavorado. Mas voltando aos filmes de Hitchcock: me parece incrível o alcance dos filmes desse homem.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Aldrich e a improvável sequência de Baby Jane: Hush Hush Sweet Charlotte


Depois do estrondoso sucesso de "Whatever Happened to Baby Jane" em 1962, responsável por unir pela primeira vez as veteranas Bette Davis e Joan Crawford, Aldrich planejava uma sequência.

Os motivos que originaram a famosa rixa Bette Davis VS Joan Crawford, os bastidores de Baby Jane e as (diversas) farpas trocadas entre elas fica para outro post. Vamos falar sobre o período depois disso, que antecipa o filme "Hush Hush Sweet Charlotte" lançado em 1964, pelo cineasta Robert Aldrich.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Que bom te ver viva (1989)

Como é difícil falar sobre ditadura.

É de se esperar que um assunto desses seja evitado, afinal a primeira palavra que associamos à ditadura é "tortura". Por mais que seja doído relembrar é necessário falar sobre isso. Talvez meu fascínio pela época da ditadura venha disso: ninguém nunca falou sobre isso comigo. Nas aulas de história, a única coisa que tínhamos que saber era a ordem dos presidentes militares e que eles acreditavam piamente no golpe comunista que o João Goulart ia dar. Mas a ditadura não se resume a isso. A ditadura brasileira foi mais que isso.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Bonecas Macabras (1987)

          
          Meu primeiro post será sobre um gênero que começa a fazer minha cabeça: filmes de horror/suspense, classificados como filme B, simplesmente por serem lançados direto nas locadoras ou televisão. Diria que muitos são chamados de low-budget (baixo orçamento), mas nem todos.