Nessas andanças de ler a mais recente biografia sobre Barbara Stanwyck, escrita por Victoria Wilson, acabei entrando no mundo de Missy e está difícil sair. Vocês podem notar pela frequência com que tenho falado sobre seus filmes por aqui. Mas explico: estou lendo o livro e assistindo aos filmes que ainda não vi ao mesmo tempo. Tenho a sensação de que estou estudando para um mestrado imaginário ou fazendo uma imersão no país imaginário onde esta mulher viveu.
O livro de Victoria Wilson tem apenas mais 1000 de páginas, foi lançado ano passado e esmiúça detalhe por detalhe da vida de Missy. Vários amigos comentam: mas haja vida, hein. Ao dizer que esse é só o Volume Um, que vai de 1907 até 1940, eles ficam ainda mais apavorados. Explico novamente: é que vários personagens de sua vida possuem mini-biografias dentro do livro. Além disso, Wilson preocupou-se em fornecer ao seu leitor um retrato histórico dos tempos em que Dona Missy vivia. Eu tenho achado ótimo.
Por que escolhi falar sobre mais um filme de Missy? – você deve estar se perguntando. Vamos elencar algumas razões:
a) Entre portas fechadas foi o primeiro filme sério da carreira da moça;
b) Insinuação de estupro, sororidade e outros temas relacionados à mulher dominam a trama;
c) Porque é Missy, oras!













