A atriz nos forneceu um relato profundo sobre um dos mais bem-sucedidos filmes de todos os tempos
Você consideraria fazer algo ilegal? Perguntou o diretor George Cukor a então atriz de 22 anos, Olivia de Havilland, quando lhe telefonou em 1938. Ele estava ligando por baixo dos panos para convidá-la a desafiar o contrato que a prendia a Warner Brothers e fazer o teste para o papel de Melanie Hamilton Wilkes de E o vento levou. Ela fez o teste e ganhou o papel. Porém uma tarefa ainda maior viria a seguir: persuadir o chefe do estúdio, Jack Warner, a liberá-la para atuar em um filme produzido pelo estúdio rival.
No entanto, como qualquer um que conhecia a atriz podia atestar, ela saboreava contornar as regras de Hollywood. “Liguei para a esposa do chefe”, disse, “e perguntei se ela gostaria de tomar um chá comigo no Brown Derby”. Como a maioria das pessoas em Hollywood, Ann Warner estava grudada no romance E o vento levou e mal podia esperar para vê-lo no cinema. “Entendo”, disse Ann, “e irei ajudá-la”. Algum tempo depois, Jack Warner assinava documentos que permitiam que De Havilland pudesse se deslocar até Culver Studios para aparecer no épico. E o resto, como se diz, é história.





