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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

#Top 100 Looks do cinema - #2 - Rita Hayworth em "Gilda" (1946)


Entramos em 2015 arrombando as portas e prontos para derrubar todos os forninhos! 

Continuamos com a série dos 100 looks memoráveis do cinema, com nosso convidado Lucas Kovski comentando mais um modelo. E, uau, nunca houve uma mulher como Gilda. E nem um vestido como o dela.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Agora Seremos Felizes (1944)

"O cativante musical de Minnelli chega fresco como tinta a cada vez que é assistido!"

O mundo estava em guerra em 1944 e "Meet Me In St. Louis" era um retrato nostálgico da perfeita família americana do início do século passado. Para o figurino, a estilista Irene Sharaff encontrou no material da MGM o catálogo da Sears de 1904. Vincente Minnelli, que começou como cenógrafo na Broadway, teve cuidado minuncioso quanto a fotografia deste, que foi seu primeiro em technicolor. Sobre o período de pesquisa e sua incansável preocupação com os detalhes, vale mencionar as palavras do próprio: "Acho que um filme inesquecível, é feito de centenas de coisas escondidas."

Recentemente, encontrei o DVD esgotado no Brasil, a venda na locadora por preço de banana. Foi a oportunidade que faltava para conhecer o filme que a tanto tempo queria assistir e um amigo avisou "Veja o quanto antes, se eu pudesse morar em um filme, seria em Meet Me In St. Louis". Mais que um clássico Natalino, "Agora Seremos Felizes" deve ser descoberto em qualquer estação!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A loja da esquina (1940)



Sempre digo que os filmes podem nos surpreender para bem ou para o mal. Para não falar de novo sobre Barbara Stanwyck (a intenção era que minha dica de natal fosse Remember the night, um de seus filmes com o adorável Fred MacMurray), decidi procurar uma lista de filmes de natal. Foi mais ou menos como a personagem de Cher em Minha mãe é uma sereia escolheu a cidade onde ela e as filhas morariam: apontei o cursor para o primeiro filme da tela. E esse filme era A loja da esquina.

Só posso dizer que foi uma escolha surpreendente. Quando o filme terminou, a primeira coisa que me perguntei foi: onde está o espírito de natal? Será que devo escrever sobre ele? A loja da esquina me deixou uma sensação de melancolia e levemente triste. Porém, se você olha com atenção para o filme verá que ele exalta algo que deveríamos levar para a vida inteira: a capacidade de enxergar o lado bom das coisas, mesmo quando tudo parece fadado ao fracasso.

Um anjo caiu do céu (1947)



Como Jessica disse na edição dos Clássicos de Natal do ano passado: então é Natal, e que filme iremos assistir? Tendo isso em mente, trazemos de volta a série de posts com clássicos natalinos para você entrar no clima da data.

E começamos com um filme de 1947, que traz nada mais, nada menos, Cary Grant no papel de um anjo um tanto quanto safado e conquistador. Além dele, Um anjo caiu do céu traz também David Niven (que tem cara do tio que faz a piada do pavê) e Loretta Young nos papéis principais, e contém todas aquelas boas sensações que geralmente os filmes ambientados nessa época nos provocam.

E olha, tomara que, se os anjos existirem, eles sejam igual ao Cary Grant nesse filme.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Sidewalks of London (1938)


Na época em que Vivien Leigh desabrochava como iniciante atriz britânica, que vinha do teatro e era pouco conhecida nos Estados Unidos, estrelou ao lado de Charles Laughton o filme "Sidewalks of London", também conhecido como "St. Martin's Lane". Apesar do clima nos bastidores não ser dos melhores, foi uma boa parceria para Laughton e outro veículo para que Leigh fosse notada, no filme que antecede sua performance no papel de Scarlett O'Hara no ano seguinte.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

À meia luz (1944)


Nunca, nesses poucos anos de cinefilia, havia vivido a experiência de achar que não aguentaria assistir a um filme até o final por odiar tanto a personagem principal. Durante todo tempo de duração de À meia luz (Gaslight) vivi o dilema de ou desligar a televisão ou quebrá-la. Esse filme de George Cukor certamente lhe causará arrepios na espinha, raiva e revolta. Tudo ao mesmo tempo.

Durante as eleições brasileiras desse ano para presidente algo chamou bastante a atenção: a postura dos candidatos em relação às candidatas. Toda vez que Luciana Genro ou Dilma Rouseff confrontavam seus adversários, pisavam em seus calos, elas eram chamadas de levianas ou loucas. O que os candidatos fizeram com essas duas mulheres se chama gaslighting e adivinha de onde vem o termo? Acertou, vem desse filme. O que a personagem principal do filme, interpretada por Charles Boyer, faz com sua esposa é exatamente isso: desacreditá-la ao ponto de ela achar que está louca.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

#Top 100 Looks do cinema - #1 - Marilyn Monroe em “O pecado mora ao lado” (1955)


Hoje estreia aqui no Cine Espresso uma série sobre looks memoráveis do cinema. Convidamos Lucas Kovski, que é apaixonado por cinema e moda, para unir o útil ao agradável aqui no blog. Ele escolheu 100 looks da história do cinema, e conta um pouco da história desses figurinos a partir de hoje aqui. E não poderia ter escolhido uma forma melhor de começar.