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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Contagem regressiva para o Oscar: o ano de 1975


Coppola com medo de fazer filme, CÊ JURA?
Hollywood já não era mais a mesma em 1975. O cinema passava por uma revolução, encabeçada por nomes como Martin Scorcese, Francis Ford Coppola e Peter Bogdanovitch.  Particularmente, eu acho o Oscar dos anos 70 bastante significativo, pois esses diretores e alguns outros provaram para a Academia que dançar conforme a música deles rendia bons frutos. Os maiores temores dos estúdios, como O poderoso chefão, tornaram-se sucessos comerciais. Afinal esses jovens com umas ideias malucas na cabeça até que sabiam o que estavam fazendo.
O que teve em 1975? Muitas tretas de bastidores! Se olharmos para a história do cinema é engraçado pensar que Faye Dunaway e Roman Polanski se odiavam ao ponto de ela jogar uma xícara de xixi na sua cara (mais detalhes a seguir) e que Coppola estava temeroso ao realizar a continuação de O poderoso chefão. Porque no fim deu tudo certo. Faye concorreu ao Oscar e Coppola finalmente ganhou a estatueta de melhor diretor.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Os clássicos que não podem faltar no seu Halloween!



TRICK OR TREAT? O halloween já está aí e nada melhor do que assistir filmes para comemorar um de nossos feriados favoritos. Abaixo selecionamos alguns títulos, dos mais leves aos mais assustadores, para sua grande noite não passar em branco!


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

TOP 10 dos remakes que deveríamos lembrar



Hoje vamos falar deles, os remakes. Preparamos uma lista (para esse tema caberia uma, duas, três listas se incluirmos os mais cafonas) daqueles que valeram a pena e também das bombas que jamais deviam ter alcançado a luz do dia. Caso tenha perdido algum, sempre pode-se recorrer ao torrent. Alguns desses filmes sofreram adaptações em relação ao original, mas retratam a mesma história.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Alguém tem que ceder (2003)



Como é engraçada essa relação com filmes. Eu os comparo com as pessoas às vezes: temos aqueles que não suportamos de maneira alguma, outros que até que vai e os que amamos de todo o coração. E a categoria mais importante dos filmes, aqueles que amamos tanto que chega a ser insuportável rever. Minha relação com Alguém tem que ceder é assim. Desde que o vi no cinema, no dia dos namorados do ano de 2003, com minha mãe, esse filme tem sofrido altos e baixos. Há épocas em que simplesmente me proíbo de vê-lo com medo dos efeitos colaterais. Épocas em que penso que nenhum personagem de cinema pode dizer tanto sobre mim quanto a Erica Barry encarnada por Diane Keaton em Alguém tem que ceder. E há outras épocas em que aceito que a carga emocional que ele me desperta é algo que precisa ser revivido, pelo bem da sétima arte, de vez em quando. Essa é minha ode a todos os românticos que leêm este blog. Alguém tem que ceder é sobre nós, que não temos medo de ceder quando necessário. 

O leitor deve estar se perguntando o que faz desse filme algo tão poderoso que me faça passar épocas sem revê-lo. Primeiramente eu diria que Alguém tem que ceder está para os anos 2000 como Annie Hall estava para os anos 70.  Esqueça aquelas comédias românticas pastelonas, como bem lembrou a Camila em seu post sobre Annie Hall, onde o protagonista encontra a mocinha, eles se odeiam, se apaixonam loucamente e vivem felizes para sempre. Não. Porque embora os personagens de Jack Nicholson e Diane Keaton se odeiem e se amem depois, o final feliz não é algo que vem de bandeja nesse filme. Alguém tem que ceder utiliza fórmulas clássicas desse gênero de filme e cria uma história espetacular, cheia de reviravoltas e diálogos maravilhosos. É a comédia romântica com mais frases inteligentes e espirituosas por minuto que já vi! Alguém tem que ceder é um filme verdadeiro assim como seus personagens. E é aí que ele ganha nossos corações. Além daquele sofrimento todo ao som de música francesa.