Em plena Segunda Guerra, Hollywood vivia um momento We are the world, com uma série de filmes e ações numa espécie de esforço de guerra. Na 13ª edição do Oscar, que aconteceu no dia 27 de fevereiro de 1941, dentre outras coisas, teve o presidente Franklin D. Roosevelt discursando via rádio, Bette Davis num momento representante da turma, lacrando ao falar sobre a Guerra, ex-namorados ganhando prêmios, melhores amigos concorrendo na mesma categoria, gente fazendo a Katy Perry no banco do Grammy e, por fim, vencedores inesperados - e os mesmos esnobados de sempre.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
#Vídeos: Contagem regressiva para o Oscar: os esquecidos pela Academia - Parte I
Na contagem regressiva para o Oscar, o Cine Espresso relembra alguns atores e diretores esquecidos pela Academia.
Afinal a tradição da Academia de sacanear atores e diretores não começou com Leonardo Di Caprio!
Mais? Só assistindo para saber!
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Os pássaros (1963)
O camponês Nat ouve um barulho do lado de fora da janela de sua casa. Algo chocou-se contra ela. O inverno acabava de começar. Algo estava errado, um pássaro atirando-se contra a janela, mas o que é isso? Ninguém acredita em Nat, até que pássaros, essas criaturinhas bondosas e passivas, resolvem atacar uma cidade do interior da Inglaterra, causando pânico por onde passam. Assim é o plot inicial do conto da escritora britânica Daphne du Maurier (apesar desse nome que faz com que a gente pense que ela é francesa). Simples, não? Mas pense para adaptar para o cinema. Pensou? Difícil não? Não para Alfred Hitchcock.
Os pássaros foi um filme que cresceu muito dentro de mim. Como a maioria das pessoas, eu estava contaminada pelo germe Psicose, esperando algo muito mais grandioso a seguir. A primeira vez que o assisti confesso que fiquei bastante frustrada. Depois reassisti outras duas vezes e mudei completamente de opinião. Não só é um filme grandioso como um dos pioneiros em efeitos especiais da época. E além do mais, as fofocas e barracos envolvendo Hitchcock e a estrela do filme, Tippi Hedren, também alimentaram minha curiosidade a tal ponto que acabei comprando o livro que continha o conto que deu origem ao filme.
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segunda-feira, 30 de junho de 2014
#Séries: Bates Motel
Série da A&E inspirada no livro de Robert Bloch e no filme de Alfred Hitchcock. O plot é simples, o que aconteceu antes de Norman se tornar "psicótico". Na verdade, é um tanto audacioso pensar "vamos pegar esse personagem que todos já conhecem e contar mais sobre ele!". Mais que um suspense, é uma série de ação. Os roteiristas dividem-se entre mergulhar na consciência de Norman e explorar os conflitos maternos e ainda criar novas situações de suspense para atrair espectadores. Esse é um dos grandes desafios, satisfazer a nostalgia dos fanáticos pela história original e também cativar outro público que não assistiu o filme e acompanha a série. Na época do lançamento estava empolgado e desconfiado, acredito que muitos fãs do "legado" do filme original desconfiam no que diz respeito as adaptações do seriado para a televisão. Então vamos falar de Bates Motel...
terça-feira, 22 de abril de 2014
Rebecca, a mulher inesquecível (1940)
Ontem a noite sonhei que voltava à Manderley.
Já eu, ontem a noite, executei uma das tarefas pendentes desde janeiro deste ano: reassistir Rebecca, a mulher inesquecível. Isso porque tive a chance de ler o livro durante as férias, o que gerou um amor tão grande pela autora, Daphne Du Maurier, que comprei mais dois livros seus (ambos adaptados para o cinema também, sabe-se lá quando poderei falar sobre eles). Além disso, havia o fator Joan Fontaine, Lawrence Olivier também estava no elenco e tudo isso dirigido por nada mais nada menos que Hitchcock. Bora lá.
domingo, 23 de março de 2014
Cinco filmes de James Stewart que você deveria ver
"I think he's probably the best actor who ever hit the screen".
(Frank Capra)
Hollywood sempre foi um lugar onde as unanimidades são raras. Mas, um desses casos, sem dúvida nenhuma, é James Stewart. Um dos astros mais versáteis que o cinema produziu, Jimmy no início de sua carreira fixou no público a imagem do sujeito de bom coração, trabalhador e honesto. Essa ideia que se tem dele condizia totalmente com a realidade; nunca houve alguém com algo ruim para dizer sobre ele. A carreira de James Stewart foi brilhante, com mais de oitenta filmes e trabalhos com grandes diretores como Alfred Hitchcock, John Ford e Frank Capra. Sua carreira teve duas fases: antes e depois da Segunda Guerra Mundial. A primeira é marcada por comédias românticas e personagens no melhor estilo Frank Capra. No entanto, Jimmy abandonou Hollywood temporariamente para ir à guerra. Esse acontecimento mudou totalmente a visão do ator, tornando sua atuação ligeiramente mais sombria, menos ingênua, digamos assim. Quem explorou essa nova faceta do astro, foi Alfred Hitchcock, com quem Jimmy fez quatro filmes.
Foi um desafio escolher cinco filmes estrelados por ele para recomendar. Eu já vi muitos filmes de Jimmy; nenhum que eu possa chamar de ruim. Deixei fora propositalmente A felicidade não se compra, de 1946, pois já escrevi sobre ele antes. Por fim, convido você a descobrir mais preciosidades da carreira desse grande astro. É garantia de nunca se decepcionar quando você quer algo realmente ótimo para assistir.
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
As diabólicas (1954)
Talvez você não os conheça de nome, mas
certamente já tentou desvendar o mistério de alguma de suas histórias. Pierre
Boileau e Thomas Narcejac foram talvez a fonte mais criativa de histórias para
o cinema na década de 50 e 60. Esses dois caras, que escreviam juntos e utilizavam
o nome artístico Boileau-Narcejac, foram os mestres do polar – o romance policial francês – nesse período. Um corpo que cai, de Hitchcock, é
baseado em um de seus romances, Sueurs
Froides. Além disso, outros filmes foram inspirados em suas histórias, como
Maléfices dirigido por Henry Decoin.
Boileau-Narcejac nem sempre são lembrados como os principais autores de romance
policial francês; não em um mundo em que existe Arsène Lupin e Maigret. Apesar
de ser uma pena, não enxergo isso como um problema, pois esses dois autores
estão na cabeça de muitas pessoas que assistiram Um corpo que cai e As
diabólicas, que acabaram se tornando dois chef-d’oeuvre da obra de Boileau-Narcejac. E, senhores, As diabólicas é talvez o melhor filme noir que você já viu na vida.
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Um Barco e Nove Destinos (1944)
Lifeboat de 1944, teve seu roteiro baseado na obra de John Steinback, adaptado por Alfred Hitchcock e certamente merecia ser mais lembrado! Com apenas um cenário e espaço físico limitado, acompanhamos a luta pela sobrevivência entre nove pessoas que perderam aquilo que mais amam, a trama explora o que é o ser humano quando fica despojado de tudo. Um dos poucos filmes com Tallulah Bankhead que assisti, e ela está maravilhosa! O clima de tensão manterá o expectador vidrado durante seus rápidos 97 minutos.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Cinco filmes de Grace Kelly que você deveria ver
Se estivesse ainda entre nós Grace Patricia Kelly, a Princesa Grace de Mônaco, estaria hoje completando 84 anos. Musa de Hitchcock, Grace abandonou o cinema precocemente para casar-se com Rainier III, que proibiu a esposa de atuar, tendo inclusive banido seus filmes de Mônaco. Ainda assim, Grace deixou para a história do cinema uma pequena, mas respeitável filmografia. Como forma de lembrar a data e homenagear a eterna "princesa de gelo", como apelidou-a Hitchcock, vale relembrar cinco filmes da musa que merecem ser vistos e revistos.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013
104 anos de Alfred Hitchcock
Tãn tãn tãn tãn tããããããn. Você não sabe que música é essa até eu colocar a melodia em sua cabeça: música dos créditos iniciais de Psicose de Alfred Hitchcock. Lembrou? Aquela abertura assustadora, aquelas barras brancas cegando a tela preta. E os malditos violinos. Tãn tãn tãn tãããããn. Não tem ninguém que não conheça essa música, mesmo não tendo assistido ao filme. E o que dizer da música que toca durante o assassinato de Marion Crane (Janet Leigh)? Lembro do susto que levei ao estar sozinha no quarto, quase dormindo, quando o celular de um amigo começou a tocar. O toque era a tal música do assassinato de Marion. Meu Deus! Podia jurar que Norman Bates iria entrar com uma faca no quarto naquele momento. Levantei da cama e sai gritando pela casa. Até me dar conta de que era o celular, meu amigo já estava bem apavorado. Mas voltando aos filmes de Hitchcock: me parece incrível o alcance dos filmes desse homem.
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