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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Audrey & Bill: an affair to remember

"She was the love of my life." 
"He's my guardian angel, the most handsome man I’ve ever met."
Uma vez a Jess comentou aqui no blog sobre o quanto de tristeza e tragédia se esconde por trás dos sorrisos das estrelas de Hollywood. De imediato, lembrei de vários casais que não deram certo, por um motivo ou outro. O meu favorito nesse quesito "casal que nunca foi" é aquele formado por Audrey Hepburn e William Holden, casal, aliás, desconhecido por muita gente.

Audrey e Bill se conheceram no set de Sabrina, em 1954, ficaram amigos, começaram um caso, e sofreram juntos com o desprezo de Humphrey Bogart. Mas eles se amavam loucamente e não estavam nem aí.

Tudo parecia se encaminhar de um divórcio da esposa de Bill para um casamento feat uma penca de filhos. Só parecia...

Porque deu ruim.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Contagem regressiva para o Oscar: o ano de 1955


"Ali estávamos, só nós dois. Foi terrível. O momento mais solitário da minha vida."

Se tem um ponto sensível na vida de quem gosta de cinema, relacionado ao Oscar, é a premiação da Academia de 1955. Até hoje muita gente se incomoda e defende com unhas e dentes o Oscar de Judy Garland. Não sei bem ao certo se sou uma dessas. E ainda me incomodo um pouco ao dizer isso, por causa de gente xiita, mas afirmo que tem coisa MUITO pior em relação ao Oscar (Gwyneth Paltrow, alguém?).

Mas, vamos por partes. Nem só de Grace Kelly surrupiando o Oscar da Judy vive a 27ª edição da premiação mais polêmica - e às vezes flopada - de todos os tempos. Teve todas aquelas coisas que sempre tem: gente bonita, falsidade, lindos vestidos, chapéus estranhos, gente com cara de bunda, e filme que merecia ganhar, ganhando.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Contagem regressiva para o Oscar: o ano de 1952



Faltam quatro dias para o Oscar e ainda não nos cansamos de analisar essa cadeia hereditária que são as premiações da Academia.

No dia 20 de março de 1952, uma tarde de quinta-feira com um lindo sol azul, um dos filmes mais ousados que a Old Hollywood já conhecera varria quase todos os prêmios de melhor ator e atriz. Além disso, Gene Kelly estrelou “Um dia difícil para os inimigos”, levando para a casa o Oscar Honorário. E o filme mais caro de 1951 que não levou nada para a casa? Quo Vadis só levou prêmio de melhor escândalo do ano.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Contagem regressiva para o Oscar: o ano de 1975


Coppola com medo de fazer filme, CÊ JURA?
Hollywood já não era mais a mesma em 1975. O cinema passava por uma revolução, encabeçada por nomes como Martin Scorcese, Francis Ford Coppola e Peter Bogdanovitch.  Particularmente, eu acho o Oscar dos anos 70 bastante significativo, pois esses diretores e alguns outros provaram para a Academia que dançar conforme a música deles rendia bons frutos. Os maiores temores dos estúdios, como O poderoso chefão, tornaram-se sucessos comerciais. Afinal esses jovens com umas ideias malucas na cabeça até que sabiam o que estavam fazendo.
O que teve em 1975? Muitas tretas de bastidores! Se olharmos para a história do cinema é engraçado pensar que Faye Dunaway e Roman Polanski se odiavam ao ponto de ela jogar uma xícara de xixi na sua cara (mais detalhes a seguir) e que Coppola estava temeroso ao realizar a continuação de O poderoso chefão. Porque no fim deu tudo certo. Faye concorreu ao Oscar e Coppola finalmente ganhou a estatueta de melhor diretor.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

#Vídeos: Contagem regressiva para o Oscar: os esquecidos pela Academia - Parte I



Na contagem regressiva para o Oscar, o Cine Espresso relembra alguns atores e diretores esquecidos pela Academia.

Afinal a tradição da Academia de sacanear atores e diretores não começou com Leonardo Di Caprio!

Mais? Só assistindo para saber!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Ciúme, sinal de amor (1949)


"I adore the man. I always have adored him. It was the most fortunate thing that ever happened to me, being teamed with Fred: he was everything a little starry-eyed girl from a small town ever dreamed of."
(Ginger Rogers)

"He gives her class and she gives him sex appeal."
(Katharine Hepburn)

Hollywood é a terra, entre outras coisas, da fofoca. É meio que impossível distinguir os boatos das verdades. Algumas dessas fofocas acabam por tornarem-se lendas. É o caso do relacionamento profissional e pessoal de Fred Astaire e Ginger Rogers.

É impossível falar do último filme que essa dupla fantástica fez, sem comentar sobre os aspectos pessoais que envolveram a parceria. Isso porque The Barkleys of Broadway, de 1949, dizem as más línguas, é de certa forma uma fábula daquilo que foi o relacionamento real entre Fred e Ginger.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

#Vídeos: "Nasce uma estrela" (1954) - Comentários



Nasce uma estrela é o tipo de filme que, depois de começar a assistir, você se pergunta porquê demorou tanto tempo para descobri-lo. 

Um retrato amargo, fiel e muito verdadeiro dos anos de ouro de Hollywood. 

TEM VÍDEO NOVO NO AR!

Reserve as caixas de lenço e venha conhecer um dos grandes filmes dessa grande atriz que foi Judy Garland. 

(e vamos chorar eternamente por ela não ter ganho o Oscar por esse filme, sim ou com certeza?)

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Na glória, a amargura (1963)



O último filme de Judy Garland, Na glória, a amargura (I could go on singing) é uma despedida dolorosa e única do cinema. Por misturar ficção e realidade é difícil assisti-lo sem pensar na própria vida da atriz. E mesmo sem conhecer um pouco de sua vida você se emociona. Filmes sobre o show business, por mais engraçados que sejam, sempre tem um ar sombrio, não acham?

Reserve sua caixa de lenços, principalmente se você é um fã da linda Judy Garland, e venha conosco!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Sobre como eu conheci Fanny Ardant


Ela é sempre preto & branco
Ela não diz mais “de repente, num domingo”
Evidentemente Fanny Ardant e eu
Vincent Delerm – Fanny Ardant et moi

Visitar a Torre Eiffel, dar um passeio à beira do Sena e… dar um jeito de perseguir nossos ídolos. Esse eram meus planos e os da minha amiga ao chegar em Paris. Depois de muito jogar “Catherine Deneuve endereço” no Google da França  e não ter tido muito sucesso, parecia que havíamos nos aquietado. Mais ou menos. Todas as vezes em que caminhávamos por Paris, ficava pensando que meus ídolos estavam lá, escondidos em algum lugar. Onde estaria Jeanne Moreau, Mireille Mathieu e Alain Delon? Mireille e Deneuve moravam no mesmo bairro, digamos assim, será que se viam? Será que eu encontraria Deneuve caminhando no Bois de Boulogne, seu lugar favorito? Caminhei o dia inteiro por lá, com uma esperança infantil de encontrá-la. Não aconteceu.

Paris, muito mais do que a cidade dos anos loucos, era um portal mágico para eu encontrar meus ídolos. Achar a entrada dele parecia impossível.

Um dia Maria e eu estávamos fazendo hora pelas ruas da cidade quando, literalmente, topamos  com Fanny Ardant. Mesmo. Dei um berro no meio da rua: “OLHA AQUELE CARTAZ, A FANNY TÁ COM UMA PEÇA DE TEATRO AQUI”. Maria, que também adorava a Fanny, pediu para eu tirar uma foto. Tiramos fotos para guardar as informações de onde era e onde comprava. Olhamos para o relógio… será que dava tempo de ir até a Fnac da Champs Elysées comprar os benditos ingressos? Dá e se não der vai ter que dar.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Esse negócio engraçado chamado cinefilia (ou sobre Antoine de Baecque e sua conferência)

Sábado, 8 de novembro. Porto Alegre amanhece parecendo Londres. Saio de casa e quase não consigo enxergar o que está a minha frente por causa da neblina. Vai chover, eu pensei. Porém, lá pelas 10h, o céu está claro, muito sol. Porto Alegre e seu tempo bipolar. À tarde aquele calor infernal. Durante a semana inteira, Patrícia (nossa mais nova parceira de Cine Espresso) e eu  planejamos nossas perguntas para Antoine de Baecque, o homem Truffaut.

Antoine de Baecque.
Antoine escreveu a biografia mais completa sobre François Truffaut, é historiador e ministra aulas na École Normale, uma das instituições mais respeitadas francesas. Todo cinéfilo sonha com o dia em que poderá encontrar alguém que lhe sacie curiosidades, especialmente se elas estão ligadas a suas atrizes francesas favoritas, Fanny Ardant e Jeanne Moreau. Nem dava para acreditar que eu estava indo vê-lo. Só acreditei ao chegar no lugar e vê-lo encostado num cantinho da sala.

Quem olhava de longe achava que ele estava naquele cantinho fazendo pouco de si mesmo. Um cara como qualquer outro, com um casaco naquele calorão de Porto Alegre. Coitado, eu pensava, escolheu uma péssima época para vir pra cá. Nem parecia o “homem Truffaut” naquele cantinho, como se o fato de escrever uma biografia sobre um dos homens mais fascinantes do cinema francês, de ter sido diretor dos Cahiers Du Cinéma durante alguns anos não fosse nada. Mas, para mim, significava muito. Não tenho a ambição de ser editora dos Cahiers, porém historiadora de filmes (e isso existe?) é algo que sempre me atraiu muito. Tentava bancar a fangirl discreta, conversando com a Patrícia pelo celular, e estava dando certo. Até a conferência começar.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Entre portas fechadas (1929)



Nessas andanças de ler a mais recente biografia sobre Barbara Stanwyck, escrita por Victoria Wilson, acabei entrando no mundo de Missy e está difícil sair. Vocês podem notar pela frequência com que tenho falado sobre seus filmes por aqui. Mas explico: estou lendo o livro e assistindo aos filmes que ainda não vi ao mesmo tempo. Tenho a sensação de que estou estudando para um mestrado imaginário ou fazendo uma imersão no país imaginário onde esta mulher viveu.

O livro de Victoria Wilson tem apenas mais 1000 de páginas, foi lançado ano passado e esmiúça detalhe por detalhe da vida de Missy. Vários amigos  comentam: mas haja vida, hein. Ao dizer que esse é só o Volume Um, que vai de 1907 até 1940, eles ficam ainda mais apavorados. Explico novamente: é que vários personagens de sua vida possuem mini-biografias dentro do livro. Além disso, Wilson preocupou-se em fornecer ao seu leitor um retrato histórico dos tempos em que Dona Missy vivia. Eu tenho achado ótimo.

Por que escolhi falar sobre mais um filme de Missy? – você deve estar se perguntando. Vamos elencar algumas razões:

a) Entre portas fechadas foi o primeiro filme sério da carreira da moça;
b) Insinuação de estupro, sororidade e outros temas relacionados à mulher dominam a trama;
c) Porque é Missy, oras!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

#Vídeos: #Séries: Dallas (1978 - 1991) - Comentários




"Dallas" foi uma série de televisão americana, exibida entre 1978 e 1991 pelo canal CBS, de muito sucesso nos anos 80. 

Comentamos sobre os célebres cliffhangers, a continuação executada pelo canal TNT e os personagens tão fascinantes do mundo de Southfork.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Os pássaros (1963)


O camponês Nat ouve um barulho do lado de fora da janela de sua casa. Algo chocou-se contra ela. O inverno acabava de começar. Algo estava errado, um pássaro atirando-se contra a janela, mas o que é isso? Ninguém acredita em Nat, até que pássaros, essas criaturinhas bondosas e passivas, resolvem atacar uma cidade do interior da Inglaterra, causando pânico por onde passam. Assim é o plot inicial do conto da escritora britânica Daphne du Maurier (apesar desse nome que faz com que a gente pense que ela é francesa). Simples, não? Mas pense para adaptar para o cinema. Pensou? Difícil não? Não para Alfred Hitchcock.

Os pássaros foi um filme que cresceu muito dentro de mim. Como a maioria das pessoas, eu estava contaminada pelo germe Psicose, esperando algo muito mais grandioso a seguir. A primeira vez que o assisti confesso que fiquei bastante frustrada. Depois reassisti outras duas vezes e mudei completamente de opinião. Não só é um filme grandioso como um dos pioneiros em efeitos especiais da época. E além do mais, as fofocas e barracos envolvendo Hitchcock e a estrela do filme, Tippi Hedren, também alimentaram minha curiosidade a tal ponto que acabei comprando o livro que continha o conto que deu origem ao filme.

sábado, 10 de maio de 2014

A vida é uma dança (1940)



Uma semana em casa comendo canja de galinha e baixando filmes nos deixa preguiçosos. Você não tem mais disposição para escrever porque nenhum filme que você viu durante essa semana de repouso o motivou suficientemente. Então lá estava eu, pensando no próximo filme para baixar, quando me deparei com A vida é uma dança de Dorothy Arzner. A princípio baixei por causa de Lucille Ball, esse é um dos poucos filmes disponíveis dos milhões que ela fez antes de se tornar a queridinha da América com seu seriado. Porém, eu deveria acreditar mais naquela frase clássica que sempre repito por aqui: os filmes é quem me escolhem; não eu a eles. Porque foi exatamente isso que aconteceu com  A vida é uma dança. A temática transgressora para sua época, uma MULHER na direção (quando poderíamos imaginar isso na Hollywood da era de ouro, que era pior do que a de hoje em dia?) e uma história que consegue dar o seu recado: assim é essa produção da RKO. 

Providencie o arquivo do Torrent; esse filme vale realmente a pena ver. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Rebecca, a mulher inesquecível (1940)


Ontem a noite sonhei que voltava à Manderley.
Já eu, ontem a noite, executei uma das tarefas pendentes desde janeiro deste ano: reassistir Rebecca, a mulher inesquecível. Isso porque tive a chance de ler o livro durante as férias, o que gerou um amor tão grande pela autora, Daphne Du Maurier, que comprei mais dois livros seus (ambos adaptados para o cinema também, sabe-se lá quando poderei falar sobre eles). Além disso, havia o fator Joan Fontaine, Lawrence Olivier também estava no elenco e tudo isso dirigido por nada mais nada menos que Hitchcock. Bora lá.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Frank & Ava: belos, famosos e auto-destrutivos


Em 1955, Frank Sinatra cantava, em um dos discos mais tristes e depressivos da história, os seguintes versos:

In the wee small hours of the morning
That’s the time you miss her most of all

O álbum, que levou o nome da canção acima (In the wee small hours), foi um dos primeiros álbuns conceituais da história, pois todas as músicas giravam em torno do tema de um cara que perdeu sua garota, e agora ele não faz nada além de choramingar pelos cantos. Na verdade, na época, esse era o clima que dominava a mente de Sinatra, já que ele mesmo tinha vivenciado essa situação recentemente. E não foi nada fácil, já que a senhora em questão era, nada mais, nada menos do que Ava Gardner, a sedutora e destruidora de lares corações Ava, o grande amor da vida dele.

Mas, se ela foi ~a alma gêmea~ de Ol' Blue Eyes (e ele, a dela), por que os dois não ficaram juntos?

Amores duradouros são difíceis em Hollywood. Ainda mais para quem sofre da síndrome de Burton and Taylor: quando se ama tanto, mas tanto, que se acaba odiando o outro. Foi o caso de Frank e Ava, a história de amor, ódio, música, filmes, toureiros e traição que quase levou a carreira de Sinatra para o brejo - e Ava para o topo.

terça-feira, 11 de março de 2014

Sob o signo do sexo (1959)



O cinema é o espelho da sociedade. Os valores pregados por ela estão em cada filme que assistimos, diretamente ou não. Talvez a percepção disso tenha me estragado como cinéfila. Não há filme que espelhe mais a sociedade dos anos 50 do que Sob o signo do sexo. Mas não se engane, pois você vai encontrar muitos ecos do que este filme preconiza nos dias de hoje. E é por isso que o escolhi, numa tentativa de mostrar que ainda pensamos como a sociedade dos anos 50 sob muitos aspectos. Sim, lá vem um post feminista.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O que terá acontecido a Doris Day?




Por Chris White para o jornal Daily Mail
Traduzido por Jessica Bandeira

O sorriso de orelha a orelha é o mesmo, assim como os grandes olhos azuis que um dia encantaram a América.

Essas fotografias íntimas dão uma visão fascinante  de Doris Day, estrela de cinema reclusa, e de sua vida após Hollywood, revelada pelo homem que cuidou dela por quase 40 anos. Pela primeira vez, Sydney Wood nos deu acesso a seu precioso álbum de fotografias, do tempo em que trabalhou para Doris – e revelou seus receios pela mulher um dia conhecida como a queridinha da América. Sydney, 71 anos, foi o assistente pessoal da estrela, guarda costa e confidente mais próximo e, quebrando seu silêncio, disse ao MailOnline: “Doris não é o que costumava ser e atualmente vive confinada em sua casa na maior parte dos seus dias”.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Kate & Spence: "um sentimento ímpar"

"Amor não tem nada a ver com o que você espera obter, mas apenas com aquilo que você espera dar, o que vem a ser tudo. (...) Eu amei Spencer Tracy. Ele, os interesses dele e as exigências dele estavam em primeiro lugar. Isso não foi fácil, porque definitivamente eu era do tipo 'eu-eu-eu'. Foi um sentimento ímpar o que tive por S. T."
Esse ano tive, finalmente, a oportunidade de ler a autobiografia de uma das minhas atrizes favoritas de todos os tempos, Katharine Hepburn. Sempre a admirei por sua atuação e tinha uma vaga noção de sua personalidade de leituras que fiz aqui, ali e em todo lugar. No entanto, "Eu: histórias de minha vida" me surpreendeu por não ser uma biografia convencional. Bom, não deveria ser surpresa: a autora da biografia não poderia ser menos convencional. Kate traz histórias maravilhosas de uma vida brilhante, com seus altos e baixos, mas o que mais me marcou ao final da leitura foi, sem dúvidas, o amor desmedido que ela sentia por Spencer Tracy, e que rendeu uma das histórias mais marcantes de Hollywood. Amor desinteressado, amor incondicional; eis a lição que Hepburn me ensinou.

sábado, 17 de agosto de 2013

Momento Louella Parsons: Lana Turner, atração fatal



Histórias da vida pessoal de meus ídolos e dos ícones do cinema clássico sempre me fascinaram, e, sinceramente, não sei explicar o porquê. Basta apenas uma leitura de um livro ou de umas poucas linhas em uma revista ou na Internet, e lá estou espalhando as escandalosas histórias, intrigas, fofocas, bafões, os quem-pegou-quem da era da Old Hollywood. E jamais esqueço dessas descobertas feitas. Esse é meu lado Louella Parsons, uma das duas famosas e rivais colunistas da época (a outra era Hedda Hopper), que não perdoava nada, nem ninguém. Material não faltava mesmo para as fofoqueiras, pois, como diria James Montgomery, "Hollywood é pura Californication!"