Em uma época em
que não existia 3D, Mary Poppins foi
talvez A sensação de 1964. Não era a
primeira vez em que os estúdios Walt Disney reuniam animação e pessoas de
verdade – os filmes de Zé Carioca e as irmãs Miranda foram os pioneiros -, mas
esse tinha um toque a mais. Pegue a doçura de Julie Andrews, as palhaçadas de
Dick Van Dyke e misture com uma pitada de um romance que nunca existiu. Agora
adicione músicas e danças a uma colher de uma história muito bem contada.
Depois que você assiste Mary Poppins é supercalifragilisticexpialidocious!
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Sintonia de amor (1993)
Você não quer se apaixonar! Você quer se apaixonar em um filme!
Nora Ephron, tanto como diretora e roterista, soube como ninguém relatar os problemas da mulher moderna e independente, que apesar de tudo ainda guarda sonhos românticos. Com Harry e Sally, de 1989, com a famosa parceria com Rob Reiner, explorou todos os aspectos dos relacionamentos possíveis entre homens e mulheres. Em Sintonia de amor, porém, ela deixou que uma homenagem aos tradicionais filmes "de mulherzinha" tomasse conta da história, transformando o filme em uma das mais célebres e adoráveis comédias românticas dos anos 90.
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