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terça-feira, 21 de abril de 2015

#Momento Hedda Hopper: O causo Barbara Stanwyck e Robert Taylor




Eles jantavam juntos na casa dela ao som de Benny Goodman. Para ele, ela era a melhor professora da vida que ele já teve, a greater “pro”. Ela tinha acabado de sair de um casamento/relacionamento abusivo e não queria ser vista ao lado dele. Eles jantavam ao lado de Joan Crawford e Franchot Tone. Eles eram nada mais nada menos do que Barbara Stanwyck e Robert Taylor.

Missy e Bob (seus respectivos apelidos) foram casados durante 12 anos, quase se separaram por causa da atriz Lana Turner e teriam explodido a Internet se ela existisse nos anos 40. Só se falava neles! Bob, um ator que despontava na MGM, e Missy, a mais recente divorciada do pedaço, saindo para jantar e dançar.

Como um dos casais mais famosos de Hollywood se conheceu? Em que circunstâncias?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

#Vídeos: "Nasce uma estrela" (1954) - Comentários



Nasce uma estrela é o tipo de filme que, depois de começar a assistir, você se pergunta porquê demorou tanto tempo para descobri-lo. 

Um retrato amargo, fiel e muito verdadeiro dos anos de ouro de Hollywood. 

TEM VÍDEO NOVO NO AR!

Reserve as caixas de lenço e venha conhecer um dos grandes filmes dessa grande atriz que foi Judy Garland. 

(e vamos chorar eternamente por ela não ter ganho o Oscar por esse filme, sim ou com certeza?)

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Na glória, a amargura (1963)



O último filme de Judy Garland, Na glória, a amargura (I could go on singing) é uma despedida dolorosa e única do cinema. Por misturar ficção e realidade é difícil assisti-lo sem pensar na própria vida da atriz. E mesmo sem conhecer um pouco de sua vida você se emociona. Filmes sobre o show business, por mais engraçados que sejam, sempre tem um ar sombrio, não acham?

Reserve sua caixa de lenços, principalmente se você é um fã da linda Judy Garland, e venha conosco!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Fedora (1978)



Uma ode ao cinema clássico e suas divas. Crise de identidade. Crítica ferrenha ao cinema americano dos anos 70. William Holden. Com essa mistura mais atraente que o bolo de chocolate da minha avó, Billy Wilder despediu-se do cinema. Estamos falando de seu último filme, Fedora.

Quando Billy Wilder chutou o pau da barraca no ano de 1951 e denunciou através de seu filme, Crepúsculo dos deuses, toda a trairagem de Hollywood, ninguém fazia ideia de que esse filme se tornaria um tour de force do cinema, um clássico do gênero noir. Mas ao contrário do que aconteceu com muitos diretores, Billy não ficou preso a um único gênero de filme. Dirigiu o Cidadão Kane dos filmes noir, Pacto de sangue. Fez comédias como Quanto mais quente melhor e Se meu apartamento falasse, que entraram para o must see dos cinéfilos de ontem, hoje e sempre. Também tivemos suas parceiras com Marlene Dietrich em Testemunha de acusação e A mundana. Porém, como um filho pródigo sempre volta sua casa, Billy escolheu voltar para aquilo que, na minha opinião, ele sabia fazer melhor: sambar na cara de Hollywood. Fedora é um Crepúsculo dos Deuses reinventado, com um toque de absurdo.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Momento Hedda Hopper: a relação conturbada entre Joan Fontaine e Olivia de Havilland





Olhando a foto acima, nem imaginamos que por trás dos olhares dessas duas atrizes se escondia uma das rivalidades familiares mais famosas de Hollywood. É certo que tanto Olivia como Joan fizeram papeis marcantes no cinema, mas a treta entre as duas irmãs é tão lendária quanto seus  filmes.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Momento Hedda Hopper: Lucille Ball e Desi Arnaz


Recentemente tive um surto em um site de compras online e comprei cinco livros de uma vez. Um desses livros era Love, Lucy, a autobiografia de Lucille Ball. Gostaria de estar lendo o livro na época em que escrevi meu post sobre sua série, porém não podemos prever o andar da carruagem. O fato é que terminei o livro hoje e achei digno fazer outro post sobre ela, agora claramente direcionado para o lado Hedda Hopper, ou seja, o lado Sônia Abrão da história.

Sobre Lucille Ball, Hedda Hopper dizia que ela era uma das garotas mais fortes em Hollywood, tendo em vista que demorou muito tempo para tornar-se uma estrela de verdade. Aliás, Hedda a adorava. O fato é que Lucille comeu o pão que o diabo amassou, digamos assim, antes de se tornar Lucy Ricardo. Em seu livro, ela nos conta sobre o dia em que jogou café de propósito pelo camarim em que Katharine Hepburn estava, pois o cabelereiro não fez questão de devolver seu lápis para a sobrancelha. Lucy havia sido expulsa de seu camarim com a chegada da nova estrela. Mais tarde, Kate teria dito a ela: “Não tem problema, Lucille [sobre o incidente com o café], mas você precisa controlar seu temperamento. Quando você for uma estrela, poderá ser temperamental”. Lucille fez escola com a mãe de Ginger Rogers, que era uma espécie de mãe-coruja na época da RKO. Ela adotou Lucille e lhe ensinou basicamente tudo que ela precisava saber para ser uma estrela. Anos mais tarde, a própria Lucille teria sua própria “escola” de atores, apadrinhando centenas de jovens ansiosos pelo sucesso.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Crepúsculo dos deuses (1951)



Eu sou grande, os filmes é que ficaram pequenos.

Começo esse post de maneira pouco convencional, falando sobre alguém que não tem nada a ver com Crepúsculo dos deuses: Joan Crawford. Quer dizer, ela não tem nada a ver diretamente. Indiretamente Joan tem, sim, muito a ver com esse filme, pois ele representa um momento que ela e outras atrizes estavam vivendo, ou seja, o ostracismo. Ontem estava revendo uma de suas entrevistas para a BBC, em 1965 se não me falha a memória. Em certo momento, ela começa a falar que sente falta de sua época inocente, os doces anos 30. Que tudo estava escancarado naqueles “dias de hoje” (imagina agora então) e que os artistas de sua época tinham um mistério, que ninguém sabia nada sobre a vida pessoal deles e que esse mistério era a graça de tudo. Crawford odiaria Twitter, Instagram e Facebook, mas isso não vem ao caso. O fato é que Crepúsculo dos deuses contém essa amargura, essa nostalgia desse tempo que está suavizado na fala de Crawford. É a visão realista que por vezes nos choca e entristece neste clássico do diretor Billy Wilder.