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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

#Vídeos: #Séries: Dallas (1978 - 1991) - Comentários




"Dallas" foi uma série de televisão americana, exibida entre 1978 e 1991 pelo canal CBS, de muito sucesso nos anos 80. 

Comentamos sobre os célebres cliffhangers, a continuação executada pelo canal TNT e os personagens tão fascinantes do mundo de Southfork.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Os cinquenta anos de A Feiticeira


"Era uma vez uma garota tipicamente americana, que certo dia, chocou-se contra um típico rapaz americano. Ela chocou-se contra ele...... E outra vez chocou-se contra ele! Por isso decidiram sentar-se e conversar a respeito, antes que sofressem um acidente. Tornaram-se bons amigos e descobriram que tinha muitos interesses em comum. E quando o rapaz percebeu que ela era desejável, atraente e irresistível, fez o que qualquer rapaz americano teria feito, pediu-a em casamento. Tiveram um casamento típico e partiram para uma típica lua de mel em uma típica suíte matrimonial. Tudo tipicamente normal.

Exceto pelo fato de que esta garota... é uma feiticeira."

Há exatos 50 anos atrás, estreava assim uma das séries mais queridas da televisão americana: Bewitched, conhecida por aqui como A feiticeira. Com sua música-tema e abertura inconfundíveis, a série, com a  história da bruxinha que se apaixona e casa com um mero mortal, tomou rapidamente o coração dos americanos, em uma época em que, cada vez mais, a televisão ganhava destaque na vida das pessoas. 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

#Séries: The Barbara Stanwyck Show

Lá vai ela falar sobre Barbara Stanwyck de novo!



Ontem, revendo o documentário sobre Pacto de sangue, alguém declarou que Barbara Stanwyck não era valorizada porque "não era uma Ava Gardner, uma Rita Hayworth". Esse é o ponto. Foi justamente essa diferenciação que fez com que ela tivesse uma das carreiras mais longas que Hollywood já viu. Stany topava qualquer parada. Westerns? Ela topava. Comédias pastelão? Também. Assassinas, mães redentoras? Idem, idem. 

No final dos anos 50, Missy embarcaria em uma trip muito louca chamada televisão.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Os 25 anos do episódio piloto de Seinfeld


Jerry, George, Kramer e Elaine. Quatro personagens fictícios que são para mim como amigos conhecidos, muito queridos, que jamais falham em me animar quando estou deprimida. Eles sabem tudo sobre o nada. Aliás, é sobre isso que Seinfeld, a série estrelada por esses quatro personagens, fala: nada.

Uma das séries de mais sucesso nos Estados Unidos e no resto do mundo, Seinfeld ganhou esse título mesmo, de "a série sobre o nada", e nessa semana fez aniversário; são 25 anos desde que o episódio piloto foi lançado. The Seinfeld Chronicles, como se chamava o tal episódio, foi ao ar ainda com um ar rudimentar, no dia 5 de julho de 1989. Na primeira cena, Jerry e George debatiam sobre o lugar de um dos botões da camisa de George (isto é, nada). Assim começou a série que mudou a vida de muita gente, retratando o cotidiano do norte-americano, mais especificamente, do nova-iorquino, de modo geral. Mas muita coisa mudaria do piloto para o sucesso absoluto que conhecemos hoje. 

Ladies and gentlemen, the show about nothing!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

#Séries: Bates Motel


Série da A&E inspirada no livro de Robert Bloch e no filme de Alfred Hitchcock. O plot é simples, o que aconteceu antes de Norman se tornar "psicótico". Na verdade, é um tanto audacioso pensar "vamos pegar esse personagem que todos já conhecem e contar mais sobre ele!". Mais que um suspense, é uma série de ação. Os roteiristas dividem-se entre mergulhar na consciência de Norman e explorar os conflitos maternos e ainda criar novas situações de suspense para atrair espectadores. Esse é um dos grandes desafios, satisfazer a nostalgia dos fanáticos pela história original e também cativar outro público que não assistiu o filme e acompanha a série. Na época do lançamento estava empolgado e desconfiado, acredito que muitos fãs do "legado" do filme original desconfiam no que diz respeito as adaptações do seriado para a televisão. Então vamos falar de Bates Motel...

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Momento Hedda Hopper: Lucille Ball e Desi Arnaz


Recentemente tive um surto em um site de compras online e comprei cinco livros de uma vez. Um desses livros era Love, Lucy, a autobiografia de Lucille Ball. Gostaria de estar lendo o livro na época em que escrevi meu post sobre sua série, porém não podemos prever o andar da carruagem. O fato é que terminei o livro hoje e achei digno fazer outro post sobre ela, agora claramente direcionado para o lado Hedda Hopper, ou seja, o lado Sônia Abrão da história.

Sobre Lucille Ball, Hedda Hopper dizia que ela era uma das garotas mais fortes em Hollywood, tendo em vista que demorou muito tempo para tornar-se uma estrela de verdade. Aliás, Hedda a adorava. O fato é que Lucille comeu o pão que o diabo amassou, digamos assim, antes de se tornar Lucy Ricardo. Em seu livro, ela nos conta sobre o dia em que jogou café de propósito pelo camarim em que Katharine Hepburn estava, pois o cabelereiro não fez questão de devolver seu lápis para a sobrancelha. Lucy havia sido expulsa de seu camarim com a chegada da nova estrela. Mais tarde, Kate teria dito a ela: “Não tem problema, Lucille [sobre o incidente com o café], mas você precisa controlar seu temperamento. Quando você for uma estrela, poderá ser temperamental”. Lucille fez escola com a mãe de Ginger Rogers, que era uma espécie de mãe-coruja na época da RKO. Ela adotou Lucille e lhe ensinou basicamente tudo que ela precisava saber para ser uma estrela. Anos mais tarde, a própria Lucille teria sua própria “escola” de atores, apadrinhando centenas de jovens ansiosos pelo sucesso.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

I love Lucy (1951-1957)





Lucille Ball, ao lado de Betty White, deve ser a comediante de televisão mais famosa dos Estados Unidos. Não é a toa, I love Lucy foi o primeiro sitcom ever da televisão, definindo todo esse gênero de programa. Mesmo após seu fim, em 1956, Lucy e seus cabelos ruivos continuaram famosos, e a moça trabalhou até o ano de sua morte, em 1989.

A ruiva de Rhode Island tem méritos não por apenas ter criado o primeiro sitcom com seu marido, Desi Arnaz, mas por ser a primeira mulher do ramo. E vocês sabem como nos queridos anos 50, a coisa não era fácil se você resolvia não ser dona de casa. Ser atriz nessa época era um calvário, uma vez que a profissão era relacionada à mulheres indecentes. Somente por essa razão, Ball é uma heroína para mim. Vocês imaginem o que era fazer parte da produção de um programa/sociedade/mundo dominado pelos homens. É difícil imaginar, mas Lucille com seu temperamento classificado por muitos como difícil conseguiu se firmar nesse métier, o que acho que deixou muitos com medo.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Além da imaginação (1959-1964)


Quando o canal Universal ainda se chamava USA, os sábados à noite eram dias sagrados para mim. Eu era criança, talvez tivesse uns seis ou sete anos, mas a imagem de uma garotinha loira e sua madrinha deitadas no sofá cor de vinho de um antigo apartamento assistindo Além da imaginação permanece como uma das melhores lembranças da minha infância. Consigo lembrar o medo que sentia quando a famosa música de abertura começava e aquelas sequências de imagens, quase inspiradas no sonho de James Stuart em Um corpo que cai, invadiam a tela. Os anos se passaram, mas Além da imaginação permanece cultuado por fãs de todas as idades e é considerado um dos precursores dos programas/seriados do gênero ficção científica, suspense e terror.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Os 28 anos do episódio piloto de The Golden Girls


Há 28 anos atrás ia ao ar o piloto de uma das séries mais amadas e célebres dos anos 80: The Golden Girls. Talvez a sua mãe se lembre, ela foi transmitida no Brasil com o nome de As supergatas. Como tradutora depressiva – daquelas que adora analisar tudo que envolve o assunto – confesso que a tradução não dá bem conta do título. Mas quem se importa? The Golden Girls ultrapassa qualquer tradução, mal feita ou não. Aliás, na França, a série se chama Les craquantes, algo como “As rabugentas”.

The Golden Girls conta a história de quatro mulheres vivendo juntas em Miami, na Flórida. O plot é aparentemente simples se não contasse com um único detalhe: as protagonistas estavam na casa dos 50 anos. Tenho certeza que quando Susan Harris, a criadora da série, apresentou o piloto à NBC [emissora que o exibiu], as reações não foram lá muito receptivas. Ninguém sabia no que podia dar. Ou seria um sucesso ou um fracasso. Em tempos de Dinastia, de Joan Collins e seu rosto de cera, uma série com mulheres acima dos 50 e que pareciam ter essa idade era arriscado. Se você olhasse para a grade da televisão dessa época, perguntar-se-ia: o que essa série está fazendo aí? São raros os momentos em que existe uma ruptura que proporciona a criação de algo grandioso, que mudará para sempre a visão sobre algo. I love Lucy foi uma dessas quebras da televisão americana dos anos 50. Golden foi, para mim, a grande quebra das regras da televisão americana dos anos 80.